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Joan Miró

A escrita exerce a função de estabelecer sentidos para o que sustenta a posição da psicanálise no diálogo com os distintos discursos, particularmente os das assim chamadas ciências humanas. Por essa razão, os analistas que seguiram as recomendações lacanianas, com suas letras, se empenharam em responder e discutir “por que a psicanálise”. Nas últimas décadas ouviu-se muito falar em seu fim. O que, no entanto, daí adveio como resposta foi uma psicanálise experimentada, densa, que, com um terreno teórico afirmado, revela-se vigorosa não só em relação às praticas terapêuticas alternativas a ela, como a todos os campos do saber que interrogam o humano.

A Psicanálise inicia o século XXI como um importante paradigma das ciências humanas. Nasceu no final do século XIX, ampliando o campo da abordagem das alterações mentais, introduzindo a dimensão de uma psicopatologia da vida cotidiana. Em seu cerne está a palavra de um falante revelando a subjetividade dramática da condição humana, que é pura singularidade. Propagar seu dispositivo pela via da escrita, no curso da transferência, a qual erige sua formação é, portanto, tarefa de cada analista e vital a seu destino que de maneira “atípica” e “atópica”, referentemente aos outros campos do saber, exige que cada texto se sustente dentre os outros, em nome próprio. Antígona é a revista do Toro – Escola de Psicanálise, lugar onde se inscreve a produção dos textos dos membros ao final de cada ano.

ANTÍGONAS

Antígona 01

Antígona 02

Antígona 03

Antígona 04

Antígona 05

Antígona 06